Neste fim-de-semana acabei por não ter tanto tempo disponível como pensei que teria. Em grande parte devido a um “projecto” que a minha querida esposa me convenceu a fazer para a sala do infantário do meu miúdo. Como estão a aprender os planetas no sistema solar, eu dei a ideia que era engraçado criar uma maquete com o sistema solar em que os miúdos pudessem interagir com a maquete. Que burro que fui… acabou por sobrar para mim. Mas quando estiver todo acabado e pronto logo coloco um post dedicado a isso.
Apesar de ser escasso, ainda consegui tirar um pouco para dar mais um avanço no projecto do robot “Pantufas”, fazendo uns testes com o motor para a direcção. E após mais umas ligações o Pantufas já vira para a esquerda e direita.
Utilizei 2 botões para poder simular… um para a esquerda e outro para a direita (como é óbvio). E não ficou a funcionou logo à primeira, mas funcionou à segunda. Porque na primeira vez que tentei, experimentei activar o motor com uma velocidade especifica… errado!
O “truque” era activar o motor com a velocidade máxima. Já tinha dito anteriormente que aquele motor me parecia estranho – e continua a ser – pois com o adaptador que limita a actuação apenas para 180º, faz um efeito de “mola” e oferece alguma resistência que irá fazer com que a direcção volte à posição inicial após ter virado para a esq/dta.
Mas para verem como ficou nada melhor que um filme:
Agora que já testei: frente/marcha-atrás, direita/esquerda, e velocidade… está na altura de comprar uns sensores para poder detectar objectos e fazer com que o carro se torne autónomo.
Estou indeciso em comprar sensores IR ou de proximidade. Terei de ler mais sobre este assunto, porque ainda não percebi muito bem quais são as diferenças e onde se adequam cada um deles.



